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domingo, 14 de agosto de 2011

A MANEIRA DE ENCARAR A VIDA FAZ TODA DIFERENÇA

ESCOLHA UM QUADRINHO PARA VOCÊ E CLIQUE!!!  



Escolha um quadrinho e clique... Foi escrito pra você!!! (reflita...)





 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Escolhas. Tornando seus filhos líderes e quebrando as regras!



Em cerca de 40 anos de estudos. Maxwell já vendeu mais de 13 milhões de livros, e escolheu o Brasil para lançamento de seu trabalho mais recente. 

Durante o talk show organizado pela Thomas Nelson Brasil, na livraria Cultura, alguém perguntou como poderia ajudar seus filhos a liderarem suas vidas. 


Maxwell pensou um pouco e disse: 'quando eu era menino, os garotos da vizinhança recebiam mesada para jogar o lixo da casa, cortar a grama ou arrumar a bagunça do quintal. Então, fui até meu pai e disse: 'o filho do vizinho recebe uma mesada para ajudar em casa. Eu acho que mereço também'. Ele me olhou nos olhos e respondeu: 'você faz parte da família, John, e o trabalho de casa todos nós fazemos e ninguém recebe por isso. Se você acha que tem que receber, antes vou descontar o seu custo, que inclui os nove meses que sua mãe o carregou na barriga. Você ainda vai ficar devendo'. 

Nunca mais pedi mesada pelo trabalho em casa, continuou Maxwell. Mas meu pai pagava uma mesada. Só que era diferente. Ele pagava a mim e meus irmãos para que nós lêssemos livros. Ele trazia um livro para cada um de nós. Então, todos os dias durante o jantar tínhamos que falar sobre as idéias do autor e qual nossa opinião sobre o capitulo que havíamos lido. 

Assim, todos os dias líamos algumas páginas e falávamos sobre isso ao jantar. Quando terminávamos o livro, meu pai dava o preço de capa do livro para nós, em mesada. Assim, se um livro custava o equivalente a 30 reais, era o que ele nos pagava, depois de terminada a leitura. Isso nos ensinou a ler e entender os livros – coisa que muitos garotos americanos não conseguem fazer hoje – porque tínhamos que explicar o que estávamos lendo, para ele e minha mãe. Além disso, aprendemos a terminar os livros, o que hoje os especialistas chamam de acabativa, que é o que falta para muita gente. Até porque, para que pudéssemos receber a mesada, tínhamos que ler até a última página. 

Em terceiro lugar, aprendi a não trocar dinheiro pelo tempo de trabalho, como faz a maior parte das pessoas, mas pela qualidade do meu trabalho. Trabalhamos muito tempo em muitas situações diferentes de graça, para outros, apenas para que pudéssemos aprender alguma coisa. Isso deixou meu irmão milionário. E eu e minha irmã também não podemos reclamar. Já vendi mais de 13 milhões de livros – e olha que faço isso no meu tempo livre. Até hoje somos voluntários em alguma atividade. 

Por último, descobri que isso me tornou muito mais maduro, na escola e na vida. Eu não era, nem sou, mais inteligente que os outros, nem memorizava melhor as informações. Também não tirava notas mais altas que meus colegas. 

Mas descobri que isso não é tão importante. 
Descobri que nossas escolhas é que são importantes. Quando olhava para as escolhas dos meus colegas, me perguntava como podiam fazer escolhas tão pobres. Quando os via trocando a chance de aprender mais, por alguma festa, um show, ou mais uma saída com os amigos, mais uma loucura qualquer, na universidade, comecei a ver que eu era diferente. Quando os via torrando seus últimos dólares em um carro, ou em alguma idéia mirabolante, achava incrível seus valores – ou a falta deles. Tinha me tornado diferente, porque passei anos lendo o que eles não leram, aprendendo o que eles não aprenderam e escolhendo ficar com pessoas que sabiam muito mais que eu, e não as mais populares. 

Meu pai também aparecia na escola, no meio da aula, e me tirava da sala para assistir alguma palestra ou seminário de algum palestrante famoso que estava na cidade. Se era grátis, nós estávamos lá. Se dava para pagar, também. Os professores não entendiam porque ele nos ajudava a 'cabular' aulas, mas ele dizia: a aula você pega com um colega. Assistir esta palestra novamente, talvez demore anos'. Assim, eu aprendia o que ninguém aprendia, porque meus irmãos e eu éramos os únicos adolescentes nestas palestras. 

Fiz isso com meus filhos que, hoje, fazem com meus netos. Eu os pagava para que pudessem ler e os levava para palestras, seminários e workshops nos quais nenhum pai pensaria em levar os filhos. Porque informações nossos filhos terão na escola, na internet ou em alguma enciclopédia. Mas as escolhas que eles farão depende daquilo que existe dentro deles. E isso é marcado pelas pessoas que os cercam, pelos livros que eles tiverem lido e pelo tempo de qualidade que viveram com pessoas dispostas a ajudá-los. Isso, nenhuma escola vai ensinar. 

Todos os adolescentes que se tornam felizes, equilibrados e bem sucedidos, fazem escolhas poderosas – algumas vezes, muito difíceis e impopulares'. 

Escolhas. 

Maxwell destaca a importância das escolhas para a sua vida e a de seus filhos. 

Ajude os adolescentes a fazerem suas próprias escolhas, e eles saberão como fazer o resto. 
Em seus casamentos, em seus empreendimentos e em sua vida interior. 




Mulheres são mais inteligentes

Abaixo o relatório que comprova a superioridade intelectual das mulheres.  
O documento foi publicado originalmente na versão norte-americana da revista Men’s Health.
Confira as primeiras 10 provas de que as mulheres são mais inteligentes do que homens.


1. De manhã, elas nunca começam a ler o jornal pelo caderno de esportes
2. Fingem-se de frágeis para encerrar uma discussão.
3. Não espalham a notícia quando pulam a cerca.
4. Visitam o médico com mais frequência.
5. Não competem para ver quem tem a vagina maior.
6. Lidam bem com a sogra.
7. Sabem fritar ovo.
8. Não ficam ouriçadas atrás do estagiário, e, sim, do chefe.
9. Jamais revelam o número de parceiros que tiveram.
10. Detectam um bom marido de longe.
11. Sabem quanto o parceiro ganha.
12. Bebem vinho sem ser enochatas.
13. Pagam a conta apenas quando convém.
14. Ficam bêbadas mais rapidamente.
15. Fazem o parceiro pensar que é o manda-chuva da casa deixando-o no comando do controle remoto da TV.
16. Transformam uma broxada em algo sem importância.
17. Quando mentem, não dão muitos detalhes.
18. Conseguem programar o fim de semana.
19. Nunca fazem xixi fora do vaso.
20. Têm certeza absoluta de que o filho é delas.





VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA...‏

Éramos a única família no restaurante com uma criança. 
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos,  comendo e conversando. 
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca  mostrava a falta de dentes. 
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo. 
Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado. 
Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos. 
Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. 
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa. 
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. 
Suas mãos começaram a se mexer para saudar. 
'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel. 
Minha esposa e eu nos olhamos: 
'Que faremos?'. 
Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. 
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho. 
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. 
Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático. 
Obviamente, ele estava bêbado. 
Minha esposa e eu estávamos envergonhados. 
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices. 
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta. 
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos  no Estacionamento. 
O velho se encontrava muito perto da porta de saída. 
'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem. 
Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do ar que ele pudesse estar exalando. 
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'. 
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem. 
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor. 
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido. 
O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face. 
Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. 
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo. 
Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura: 
'Cuide deste menino'. 
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'. 
Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor. 
Peguei meu filho e o velho homem me disse: 
'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'. 
Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'. 
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro. 
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo: 
'Deus meu, Deus meu, me perdoe'. 
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja. 
Eu fui um cristão cego  carregando  um menino que não o era. 
Eu senti que Deus estava me perguntando: 
'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade. 
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou: 
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17). 
Apenas repita esta frase e verá como Deus se move: 
'Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor'. 


Passe esta mensagem a algumas pessoas especiais. 
Não porque você receberá um milagre amanhã. 
Mas porque você recebe o milagre todos os dias... 
O milagre de estar vivo...





VOCÊ ESTÁ FICANDO VELHO(A), SE:...


1 - Fez curso de datilografia?

2- Odiava ou adorava as provas com cheiro de álcool, recém copiadas no mimeógrafo(usando papel estêncil)?

3- Não ia para a escola no dia do seu aniversário com medo de levar um ovo ou vários na cabeça?

4- Aumentava o rádio quando tocava Barão Vermelho,Engenheiros do Havaí, Paralamas e RPM?
  
5- Usava caneta de 10 cores com cheiro?

6- Viu a Gretchen cantar Conga La Conga, o Ritchie cantar Menina Veneno?
  
7- Jogava Enduro e River Raid no Atari? E Master System?

8- Tentou fazer o break do Michael Jackson?

9- Brincava de "Estátua", "Batata-quente", "Queimada", "Pega-pega", "Pique-esconde", "Estrela Nova Cela", "Forca",
"Cabra-cega", "Passa Anel","Boca de Forno", Amarelinha", "Casamento Atrás da Porta" e "STOP" (Uésssstopê!!!)?
    
10- Tinha Melissinha, botas sete léguas, catina, conga, kichute??? E sabia que o Tênis Montreal era o único anti-micróbio?
     
11- Comia "Lollo", antes de se chamar "Milkbar"?

12- Colecionava papel de carta?
   
13- Usou aquelas pulseirinhas de linha ou lã?

14 -E pulava elástico?

15- Usava aquelas chuquinhas de pano da Pakalolo?

16- Dançava lambada do Sidney Magal ou do Beto Barbosa? Ou corria pra dançar quando escutava a música "Chorando se foi, 
quem um dia só me fez choraaaar..."?

17- Usou aqueles brilhos labiais que o pote tinha forma de morango? Ou aqueles brilhos tipo da Moranguinho?

18- Ploc Gigante? Chupava bala Soft? Bebia Crush? Comia bala Xaxá?
    
19 - Comprava Dip Lik, Mini-Chiclets e o pirulito que vinha com hélice,pra girar e voar (pirocóptero)?
   
20 - Teve o Pequeno Pônei, as Chuquinhas, Ursinhos Carinhosos, Peposo ou a Peposa?
   
21- Tinha os estojos com vários botões, com cola,durex,apontador... (o famoso estojo paraguaio).
 
22- Tinha aqueles relógios que vinham com várias pulseiras de cores diferentes para trocar? (Champion)

23- Leu a Série Vaga Lume?

24- Tinha aquela régua que ao bater no braço se enroscava como uma pulseira, a Bate-Enrola?

25- Usava aqueles brincos que vinham na cartela e se colava na orelha?

26- Tinha a mania de dançar Jazz, igual a mulher do Flash dance?

27- Usou polainas e tinha patins de prender nos tênis?
      
28- Colecionava as mini garrafas de refrigerantes??? E a mãe dizia que tinha veneno dentro para que a gente não bebesse... 
E os ioios da Coca-Cola?
   
29- Respondia aos Questionários das colegas??? Normalmente, em um caderno, e a última pergunta era... 
De quem vc gosta? Ou...Deixa uma mensagem para a dona do caderno...

30- Teve walkman AM/FM amarelo à prova d'água?

31 - Tem algum CD do Biafra? (Essa aí é dose)

32 - Usava biquínis "asa delta"?

"VOCÊ ESTÁ FICANDO VELHO", HEIN??? MEU AMIGO(A), VOCÊ QUE FEZ
PARTE DA GERAÇÃO ANOS 70, 80 e 90, NÃO DEIXE QUE NOSSAS LEMBRANÇAS
SEJAM ESQUECIDAS!!!"
REPASSE AOS SEUS AMIGOS (QUE ESTÃO FICANDO VELHOS) E DEIXE QUE
ELES TAMBÉM VOLTEM AO PASSADO E SE DIVIRTAM

Dê o que a pessoa precisar‏


Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento.
Mas percebeu que ela precisava de ajuda.
Assim parou seu carro e se aproximou.
O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho.
Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada.
Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora.
Ele iria aprontar alguma?
Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto.
Ele pode ver que ela estava com muito medo e disse:
- Eu estou aqui para ajudar madame, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato.
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante.
Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro.
Logo ele já estava trocando o pneu.
Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele.
Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Renato apenas sorriu enquanto se levantava.
Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela.
Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado.
Renato não pensava em dinheiro, aquilo não era um trabalho para ele.
Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe havia ajudado bastante.
Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. E respondeu:
- Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar.
E acrescentou: - E lembre-se de mim.
Esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimente, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo.
Alguns quilômetros abaixo a senhora parou seu carro num pequeno restaurante.
Entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante muito simples, e tudo ali era estranho para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar.
A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem a sua atitude.
A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato.
Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem reais, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou.
A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de R$ 100.
Existiam lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu.
Dizia: - Você não me deve nada, eu já tenho o bastante.
Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando.
Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém.
Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir, e a garçonete voltou ao trabalho.
Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.
Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto?
Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil!
Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso, agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: - Tudo ficará bem; eu te amo, Renato. 


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Torradas Queimadas


Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.
Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.

E eu nunca esquecerei o que ele disse:
" - Adorei a torrada queimada..."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
" - Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada...  Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!"
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro. 
Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando. Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de
tão limpo. Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar. A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes. Não que mais tarde, o dia que um partir, este mundo vá desmoronar, não vai. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de
relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.

Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida, à você e ao próximo.
 "As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou doque lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir."



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